Sabão em pó adulterado: veja dicas para identificar o falso produto

Desde fevereiro, ao menos 8 cidades do Triângulo, Alto Paranaíba e Centro-Oeste registraram apreensões de sabão em pó falsificado. Apenas nesta quinta-feira (28), 6 toneladas do produto foram recolhidos pela Polícia Militar (PM) em Oliveira. Já em Patrocínio, a Polícia Civil (PC) apreendeu mais de 500 caixas do produto das prateleiras de dois supermercados.

Entre as ações que levaram as polícias a descobrirem o produto adulterado está a denúncia de consumidores que estranharam algumas características na hora da compra e do uso do produto.

Para saber como identificar o produto falsificado, a Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de Uberlândia e Patrocínio deram dicas importantes para o consumidor não ficar no prejuízo.

Embalagens

Segundo o superintendente do Procon de Patrocínio, Rodrigo Oliveira, os produtos recolhidos na cidade tinha algumas características que apontavam indício de fraude. São elas:

  • Caixas mal vedadas, o que causa vazamento do produto pelas bordas da embalagem;
  • Lacre da caixa é facilmente aberto;
  • Resíduos no fechamento do lacre. O produto falsificado, geralmente, é fechado com cola quente;
  • Erros ortográficos e má impressão na embalagem. Por exemplo: “Sem resíduos que danficam”, “embalagem fechada e em loca seco”, “lava roupas,em geral não são”
  • Data de produção e código de identificação do lote não são grafados em alto-relevo;
  • Granulagem grossa e baixa produção de espuma.

Como proceder

Caso haja indícios de adulteração do produto, o Procon de Uberlândia ressalta que o consumidor pode procurar o mercado ou estabelecimento em que ele foi comprado e realizar a troca sem custos. Se o pedido for negado, o consumidor pode acionar a Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) local.

As suspeitas de violação ou adulteração também podem ser denunciadas diretamente no Serviço de Atendimento ao Consumidor de cada marca.

Fonte: G1 Triângulo e Alto Paranaíba

Imagem: Procon/Divulgação

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