Queijo Falcão, de Douradoquara, recebe medalha no maior concurso de queijo da França

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A história do Queijo Falcão começou há menos de dois anos. Segundo o proprietário da marca, Helder Falcão Aragão, “foi através de um curso no Senac que eu tive o primeiro contato com o queijo”. Depois deste curso ele fez uma visita a uma fábrica de queijo Minas Artesanal, que havia sido campeã mundial na França. Nesta visita ele conheceu os proprietários Marli e Joel. “Acabei trocando um projeto de arquitetura pelos ensinamentos de fazer o queijo Minas Artesanal. Passei uma semana com eles, lá, aprendi e me apaixonei pelo Queijo Minas Artesanal. Foi uma questão de amor a primeira vista”, explica Helder.

A partir de então ele procurou agregar valor aos produtos que fazia na Fazenda Rouxinol, em Douradoquara.

Helder havia começado a trabalhar com leite a dois anos e meio. “A gente preparou o leite para que pudesse produzir um queijo de excelente qualidade. Para isso, buscamos conhecimentos técnicos” diz ele.

Atualmente o Queijo Falcão é uma marca consolidada, tendo recebido medalha na França, no maior concurso de queijo do mundo.

“O ano de 2019 foi excelente para a gente”, comemora Helder Falcão. “Temos participado de vários eventos e seminários, com o objetivo de agregar valor, através do conhecimento, aos produtos que a gente fabrica”, destaca ele.

No ponto de vista de Helder, a medalha recebida no exterior fará muito sentido se puder estimular seus colegas produtores a se tornarem vencedores também.

“Minha próxima etapa é desenvolver novos produtos e estimular nossos colegas queijeiros a montar uma associação para que nós possamos lutar por melhorias em nosso setor produtivo”, conclui ele.

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