Sindicato dá ultimato à Prefeitura para reajustar salário de servidores; Dione minimiza




O Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público (Sintrasp) deu um ultimato à Prefeitura de Coromandel, encerrando assim o período de diálogo para a administração de Dione Maria Peres (MDB) reajustar o salário do servidor municipal, que deveria ter sido feito em janeiro conforme determina a legislação.

A presidente do Sintrasp, Gislene Caixeta, afirmou – em discurso na Câmara Municipal, na última segunda-feira (18) – que irá aguardar apenas até hoje, sexta-feira (22) para receber um contato com a proposta da Prefeitura.

“Desde janeiro estamos sem reajuste, se não resolver até sexta-feira, tanto a questão dos direitos dos servidores quanto a do reajuste do servidor, nós vamos entrar com um mandado de segurança”, declarou a presidente do Sindicato.

Gislene acrescentou que se chegar à Justiça, irá buscar o pagamento retroativo do reajuste dos servidores. “Nós temos direito, é lei. Então que se cumpra”, disse a servidora.

Nesta quinta-feira, Dione minimizou o ultimato. “É um direito dela [Gislene]. O Sindicato tem todo o direito de ir pelas vias legais reivindicar, entrar com mandado de segurança, e nós vamos recorrer, explicar e tornar públicos os motivos de ainda não ter concedido o aumento”, afirmou a prefeita.

Dione acrescentou que “ninguém na região deu aumento”, referindo-se às demais prefeituras, e que o motivo para o atraso na concessão do reajuste se deve à crise econômica.

Protelações

O Sintrasp tem tentado negociar o reajuste dos servidores há vários meses, mas, segundo a presidente Gislene Caixeta, a Prefeitura tem ignorado os apelos da instituição.

Em visita anterior à Câmara, para pedir ajuda aos vereadores, a presidente do Sindicato afirmou que não havia diálogo com a Prefeitura e que sequer era recebida pela prefeita, como representante dos servidores, para discutir a questão.

Por meio do vereador Daniel da Contagel, Gislene conseguiu uma reunião – em março – para conversar com Dione, mas não houve sobre a questão até a publicação desta reportagem.

Dione alega que não estipulou prazo, na conversa com o Sintrasp, para conceder o reajuste e afirmou que o aumento “dependia de muita coisa, inclusive da melhoria da economia”.



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